Tá fácil… apronta e fala que é filho de coronel e vai pra casa…

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Dois homens foram levados à delegacia na noite de terça-feira (13) após uma confusão no Boteco 065, na Praça Popular, em Cuiabá. Segundo o boletim de ocorrência, um deles, de 22 anos, filho de um coronel da Polícia Militar, ameaçou funcionários do bar, onde estava com a namorada, por não concordar com o valor da conta. O BO aponta que ele chegou a ser agredido por um dos empregados do local e o teste do bafômetro apontou que o rapaz tinha bebido. O outro detido é o gerente do estabelecimento.

Conforme o relato da PM, os dois estavam discutindo quando a viatura chegou. O gerente contou que o cliente foi até ele após ver a conta do consumo da namorada. Depois, saiu em direção ao carro, ameaçou funcionários dizendo que o pai era coronel e simulou pegar uma arma no veículo. Na volta, com a mão na cintura, disse: “Vocês vão ver”.

À PM, o jovem disse que não estava armado. Após os policiais fazerem buscas no carro e não encontrarem nada, os dois envolvidos voltaram a discutir. Segundo o gerente, o rapaz iria voltar para fechar o local porque o pai dele é coronel e poderia fazer isso.

Na confusão, o jovem foi agredido por um funcionário quando estava falando ao celular, já afastado dos PMs, e os policiais decidiram levar todos para uma delegacia. Uma viatura acompanhou o carro dos funcionários do bar e, outra, o filho do coronel.

No caminho, o rapaz seguiu para outro rumo e foi abordado pela PM. Questionado, disse que iria para casa a pedido do pai. Os policiais disseram que ele não podia fazer isso e, segundo boletim de ocorrência, o jovem respondeu: “Me desculpe, mas meu pai é coronel e falou pra eu ir pra casa”. Em seguida, fugiu.

Os PM foram até endereço da casa citado pelo jovem e falaram com o pai dele. Depois, pai e filho foram para a delegacia.

A Polícia Militar registrou boletim de ocorrência contra o rapaz por dirigir após beber, injúria, ameaça, direção perigosa e desobediência. Por ter dirigido bêbado, o jovem teve a carteia de habilitação apreendida, pagou fiança no valor de quatro salários-mínimos e foi liberado.

Já o gerente do bar foi conduzido por injúria e ameaça e também foi liberado após prestar esclarecimentos.

 

 

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